Mostrar mensagens com a etiqueta física. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta física. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 12 de abril de 2018

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

No decorrer do século XIX, as experiências de Örsted e Ampère demonstraram a influência que as correntes elétricas exercem sobre os materiais imantados, enquanto Faraday e Joseph Henry determinaram a natureza das correntes elétricas induzidas por campos magnéticos variáveis no espaço.

Os resultados de suas pesquisas, fundamento da indução eletromagnética, constituem a base do eletromagnetismo. Outros postulados enunciam a existência de dois pólos elétricos, positivo e negativo, independentes e separados, e de dois pólos magnéticos inseparáveis de nomes diferentes (norte e sul). Ampère, estimulado pelas descobertas de Örsted, aprofundou-se na pesquisa das forças magnéticas provocadas nas proximidades de uma corrente elétrica e demonstrou que esses impulsos se incrementam na razão direta da corrente e na razão inversa da distância ao fio pelo qual ela circula. Comprovou, além disso, que as forças induzidas estão em grande medida condicionadas pela orientação do fio condutor.
Ao aproximar-se um ímã de uma pilha elétrica observa-se uma variação em sua força eletromotriz, que é a medida da energia fornecida a partir de cada unidade de carga elétrica nela contida. Essa alteração é interrompida quando se imobiliza o ímã, e adquire sinal contrário quando este é afastado. Deduz-se daí que os campos magnéticos produzem correntes elétricas em um circuito e que o sentido de seu fluxo tende a compensar a perturbação exterior, com a indução simultânea de um campo magnético oposto ao inicial.
 
Analogamente, uma corrente elétrica que circula em um condutor gera um campo magnético associado que, como efeito derivado, induz no condutor uma corrente de sentido contrário ao da inicial. Esse fenômeno é conhecido como auto-indução, e a relação entre o campo magnético e a intensidade da corrente induzida por ele é fornecida por um coeficiente denominado indutância, que depende das características físicas e geométricas do material condutor. A unidade de medida de indução é o henry, definido como a grandeza gerada entre dois circuitos dispostos de forma tal que quando num deles a intensidade varia em um ampère por segundo seja induzida no outro uma força eletromotriz de um volt.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Prémio Nobel da Física 2012

Criados em 1895 pelo sueco por Alfred  Nobel,  os prémios nobéis, revelam o reconhecimento internacional do trabalho dos investigadores científicos ( e o papel de individualidades na paz mundial) em diversas áreas como a economia, a medicina e a química. No ano de 2012, o prémio NOBEL da física foi atribuído  ao norte-americano David Wineland e ao marroquino naturalizado francês Serge Haroche “por métodos experimentais inovadores que permitem medir e manipular sistemas quânticos individuais”.













   Ambos os investigadores "inventaram e desenvolveram métodos para medir e manipular partículas individuais, preservando a sua natureza quântica, de um modo que se julgava inalcançável".

Na escala quântica, as partículas individuais de luz e matéria, comportam-se  de maneira distinta daquela que era conhecida  nas leis da física clássica. O facto das partículas apresentarem dois estados diferentes, simultaneamente impossibilitava  a sua observação direta, uma vez que essas partículas perdem essas características assim que interagiiam com o mundo externo. Desse modo, esses fenómenos só podiam ser previstos a partir de conjecturas teóricas. Os dois cientistas, estudaram a interação entre luz e matéria, tendo conseguido,  pela primeira vez, medir algumas dessas características.
Wineland baseou-se na natureza dos íons, átomos eletricamente carregados. O físico usou campos elétricos para manter as partículas aprisionadas no vácuo, longe da radiação e de altas temperaturas. Com um laser, ele conseguiu controlar o estado energético dos íons, permitindo o estudo de fenómenos quânticos dentro do mecanismo. O laser pode, por exemplo, colocar a partícula no estado de superposição, em que ocupa dois níveis energéticos ao mesmo tempo.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

O que é a Mecânica Quântica

"Qualquer um que não se choque com a
Mecânica Quântica é porque não a entendeu."
                                                                                (Niels Bohr)

A Mecânica Quântica (Física Quântica) é a teoria Física que obtém sucesso no estudo dos sistemas físicos cujas dimensões são próximas ou abaixo da escala atômica, tais como moléculas, átomos, elétrons, prótons e de outras partículas subatômicas, muito embora também possa descrever fenômenos macroscópicos em diversos casos. A Mecânica Quântica é um ramo fundamental da Física com vasta aplicação. A teoria quântica fornece descrições precisas para muitos fenômenos previamente inexplicados tais como a radiação de corpo negro e as órbitas estáveis do elétron. Apesar de na maioria dos casos a Mecânica Quântica ser relevante para descrever sistemas microscópicos, os seus efeitos específicos não são somente perceptíveis em tal escala. Por exemplo, a explicação de fenômenos macroscópicos como a super fluidez e a supercondutividade só é possível se considerarmos que o comportamento microscópico da matéria é quântico. A quantidade característica da teoria, que determina quando ela é necessária para a descrição de um fenômeno, é a chamada constante de Planck, que tem dimensão de momento angular ou, equivalentemente, de ação.

A Mecânica Quântica recebe esse nome por prever um fenômeno bastante conhecido dos físicos: a quantização. No caso dos estados ligados (por exemplo, um elétron orbitando em torno de um núcleo positivo) a Mecânica Quântica prevê que a energia (do elétron) deve ser quantizada. Este fenômeno é completamente alheio ao que prevê a teoria clássica.

(Fonte: Wikipédia)

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Transformação quântica do pensamento

Estamos presos a certos preceitos sem saber disso. É um paradoxo. O materialismo moderno tira das pessoas a necessidade de se sentirem responsáveis por suas vidas, assim como a religião! Mas eu estou persuadido a pensar que se levar a mecânica quântica a sério, verá que ela coloca a responsabilidade nas nossas mãos e não nos dá respostas reconfortantes...

A física quântica calcula apenas possibilidades. Em vez de pensarmos nas coisas como possibilidades, temos o hábito de pensar que os objetos que nos cercam existem sem a nossa contribuição, sem a nossa escolha... Você precisa banir essa forma de pensar e reconhecer que no mundo material, as cadeiras, as mesas, as salas, os tapetes - não são nada além de possíveis movimentos da consciência.

E eu escolho momentos nesses movimentos para manifestar a minha experiência atual. É algo radical que precisamos compreender, mas é muito difícil, pois achamos que o mundo já existe independente da nossa experiência. Mas não é assim e a física quântica é bem clara.

O próprio Heisenberg, depois da descoberta da física quântica, disse que os átomos não são objetos, são tendências. Em vez de pensar em objetos, você deve pensar em possibilidades. Tudo é possibilidade subconscientemente!

domingo, 17 de agosto de 2008

De Einstein a Planck, de Shumann a Rife

Max Planck , em 14 de dezembro de 1900, anuncia, na Sociedade Berlinense de Física, que a energia não é emitida e nem absorvida continuamente, mas sim na forma de muito pequenas porções discretas chamadas quantum ou fótons , cuja grandeza é proporcional à frequência da radiação.
Nascia a Física Quântica e consolidavam-se as mudanças de concepção que já vinham sendo anunciadas desde os fins do século XIX. Abandonava-se, assim, definitivamente, a ideia de que a Física deva ocupar-se da causalidade do movimento pela tarefa teórica, amadurecida com a obra de Newton, no século XVII, de descrever a ordem natural, "com experiências seguras [...], com o auxílio da geometria" procurando, como escreveu Kant no século XVIII, "estabelecer as regras segundo as quais ocorrem certos fenómenos na natureza . Sublinhe-se que a Física nasce com Aristóteles no século III antes de Cristo ocupando-se da " substância que tem em si mesma a causa de seu movimento", conforme escreve o filósofo grego em “ Metafísica VI” , isto é, a Física é uma teoria do movimento.
Em 1865, James Maxwell descobre os comportamentos dos campos eléctrico e magnético e as suas interacções com a matéria e fornece uma explicação quantitativa da luz como onda eletromagnética o que é considerada um dos grandes triunfos da física do século XIX Não tendo tido tempo em vida para poder assistir à comprovação da sua teoria que estava correcta, esta foi realizada em 1987 pelo Físico Alemão Heinrich Hertz.
Em 1924, Louis de Broglie propôs uma teoria segundo a qual os elétrons possuem uma onda associada, que influenciaria as características do seu movimento. A tese de De Broglie foi aperfeiçoada por Erwin Schrödinger, que a utilizou para chegar, em 1926, ao que é hoje a mais usada formulação matemática da Mecânica Quântica ( a equação de Schrödinger). A teoria ondulatória conseguiu explicar como os elétrons dos átomos não podem possuir qualquer energia, e, conseqüentemente, não podem ocupar qualquer órbita ao redor do núcleo, mas apenas algumas pré-determinadas - um caso particular do fenômeno da quantização da energia. A existência de apenas algumas freqüências permitidas em vibrações de estruturas circulares (no caso dos elétrons, as freqüências das "ondas de De Broglie" correspondem às suas energias) é um efeito natural que ocorre com qualquer tipo de onda.
Einstein e Infeld em "The Evolution of Physics", anotando que fora necessária "uma corajosa imaginação científica para reconhecer que o fundamental para a ordenação e a compreensão dos acontecimentos podia não ser o comportamento dos corpos; mas o comportamento de alguma coisa que se interpõe entre eles, isto é, o campo -", indicam de forma clara os problemas que a Física Relativista trazia para a pretensão da Física Clássica de realizar a descrição do curso dos fenómenos através da representação visual das partículas em movimento. A relação de Einstein com a Física Quântica é interessante. Ele foi o primeiro a afirmar que a teoria quântica era revolucionária. A sua ideia de luz quântica foi um corte com a Física clássica, tendo passado os últimos anos da sua vida a encontrar uma teoria que unificasse a mecânica quântica com a sua teoria da relatividade geral , mas através de uma argumentação determinista e não probabilística ( Deus , não joga dados, dizia Einstein).
Desde o início de sua formulação, a Física Quântica apresentou uma dificuldade essencial: a necessidade de se atribuir um papel fundamental para a figura do observador (aquele que está a realizar uma experiência quântica). Isso decorre do fatco da teoria quântica ser de carácter não determinístico, ou seja, trata-se de uma teoria para a qual a fixação do estado inicial de um sistema quântico (um átomo, por exemplo) não é suficiente para determinar com certeza qual será o resultado de uma medida efectuada posteriormente sobre esse mesmo sistema. Pode-se, contudo, determinar a probabilidade de que tal ou qual resultado venha a ocorrer. Mas, quem define o que será medido e qual resultado que se obtém com uma determinada medida é o observador. Com isso, nas palavras de E. P. Wigner, " foi necessária a consciência para completar a mecânica quântica".
De forma resumida, pode-se dizer que as descrições mais convencionais apontam a consciência como sendo uma propriedade emergente das actividades computacionais realizadas pelas redes de neurónios que constituem o cérebro. O cérebro é visto essencialmente como um "computador" para o qual as excitações neurais (correspondentes à actividade sináptica) seriam os estados de informação fundamentais (equivalentes aos bits). A partir dessa visão, certos padrões de actividades neurais teriam estados mentais correlacionados, sendo que oscilações sincronizadas no tálamo e no córtex cerebral produziriam uma conexão temporária dessas informações e a consciência surgiria como uma propriedade nova e singular, emergente da complexidade computacional das redes neurais actuando em sincronia
Mas, afinal de que efeitos tão estranhos, dos quais temos estado a falar ?
O leitor certamente surpreender-se-ía se disséssemos que sem a mecânica quântica não conheceríamos inúmeros objectos com os quais lidamos quatodianamente, hoje em dia. Só para ter uma ideia podemos mencionar o nosso aparelho de CD, o controle remoto de nossas TVs, os aparelhos de ressonância magnética em hospitais ou até mesmo o micro-computador que está a utilizar para ler este artigo. Todos os dispositivos electrônicos usados nos equipamentos da chamada high-tech só puderam ser projetados porque conhecemos a mecânica quântica
A mecânica quântica é a teoria que descreve o comportamento da matéria na escala do "muito pequeno", ou seja, é a física dos componentes da matéria; átomos, moléculas e núcleos, que por sua vez são compostos pelas partículas elementares.
O advento da Física Quântica causou e tem causado enormes transformações na vida de todos nós .Nem sempre e nem todos estamos conscientes dos modos pelos quais uma revolução científica iniciada há cem anos pode-nos afectar ainda hoje, mas provavelmente já ouvimos falar de seu impacto na evolução da própria Física e de toda controvérsia gerada pelas dificuldades conceptuais de interpretação dos fenômenos quânticos . Os seus efeitos, porém, estender-se para além da Física, com desdobramentos importantes na Química, com a teoria de orbitais quânticos e suas implicações para as ligações químicas, e na Biologia, com a descoberta da estrutura do DNA e a inauguração da genética molecular, apenas para citar dois exemplos.
O Físico alemão W. O. Shumann , constactou em 1952 , que a terra era cercada por um campo electromagnético que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera que fica a 100 kms acima de nós . Esse campo possui uma ressonância ( ressonância Shumann ), mais ou menos constante com uma frequência de 7,83 hertz e que fora desta frequência biológica natural, não podemos ser saudaveis . Sempre que os astronautas, em razão das viagens espaciais, ficavam fora da ressonância Schumann, adoeciam. Mas submetidos à acção de um “simulador Schumann” recuperavam o equilíbrio e a saúde.
É esta a frequência do nosso cérebro e de todos os vertebrados.
Só que a partir dos anos 80 do século XX e de forma mais acentuada a partir dos anos 90 a freqüência passou de 7,83 para 11 e para 13 hertz por segundo. O coração da Terra disparou. Concomitantemente fizeram sentir-se desequilíbrios ecológicos , perturbações climáticas, maior actividade dos vulcões, crescimento de tensões e conflitos no mundo e aumento geral de comportamentos desviantes nas pessoas, entre outros. Devido a aceleração geral, a jornada de 24 horas, na verdade, é somente de 16 horas. Portanto, a percepção de que tudo está a passar rápido demais não é ilusória, mas teria base real neste transtorno da ressonância Schumann.
O norte americano Royal Raymond Rife dedicou mais de sessenta anos da sua vida à construção , projecção e desenho de equipamentos médicos nomeadamente ópticos ( microscópio universal ) e investigação da medicina bio-eléctrica . Rife investigou as freqüências de áudio e proclamou que a elas se deviam os resultados felizes que vinha observando, e nunca às ondas contínuas, por si mesmas. Os geradores modulados de rádio frequência de Rife foram os primeiros dispositivos modernos a simular a função dos velhos aparatos electro-terapeuticos de ondas amortecedoras.
Aumentando a intensidade de uma frequência que ressonava naturalmente num micróbio Rife aumentou as suas oscilações naturais até que eles distorcerem e desintegrarem no seu stress natural. Rife chamou a esta frequência de “taxa oscilatória mortal (TOM), não causando quaisquer danos aos tecidos vizinhos.Estes princípios podem ser ilustrados pelo uso de uma intensa nota musical para quebrar uma taça de vidro: as moléculas do vidro oscilam em algum harmônico (múltiplos) dessa nota musical, estando em ressonância com elas. Como todas as outras têm frequências de moléculas ressonância diferentes, nada além do vidro é destruído.
Entre , muitos outros cientistas, que contribuíram indelevelmente para o conhecimento científico, prestamos aqui homenagem, a alguns que contribuiram directa ou indirectamente para o desenvolvimento da medicina quântica .
 

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Como funciona ?

Cada elemento ou orgão do nosso organismo tem uma frequência electro-magnética exclusiva e universal a qual envia informação ao corpo electro-magnético . São estas frequências que permitem , através de um equipamento de software muito sofisticado medir a radioactividade electro fisiológica ( EPR) do paciente o que associado ao potencial evocado permite proceder a rápidos diagnósticos e processos de tratamento das enfermidades , equilibrando o campo energético do organismo.

Como funciona, então, a terapia quântica ?

As metodologias utilizadas são a biorressonância e o biofeeback as quais incluem o " auto-focus" que permite os ajustamentos e rectificações permanentes das frequências durante a terapia.

Como nos electroencefalogramas - EEG , ou nos electrocardiogramas - ECG ou nos electromiogramas - EMG, que utilizam o princípio do potencial evocado para proceder ao registo da corrente eléctrica estimulada e dessa forma proceder aos diagnósticos, a medicina quântica, não só realiza o diagnóstico como utiliza o método, como processo para terapia.

Assim, utilizando o estimulo ao potencial evocado são ligados sensores aos pulsos, cabeça e tornozelos para medir e enviar informações da ressonância e as frequências.

sábado, 12 de julho de 2008

Terapias quânticas

Estas terapias são realizadas através de um equipamento:

SCIO – Scientific Consiousness Interface Operation .

O SCIO é um sistema de biofeedback utilizando um software informático seguro e muito potente o qual detecta mais de 12000 elementos do corpo humano a uma velocidade superior a 200 transações por segundo, revelando pela reactividade electrofisiológica da pessoa os seus níveis (vitaminas, aminoacidos, enzimas, minerais, nutrientes, açucares naturais, toxinas, doenças, bactérias, fungos, alergias, parasitas, virus, factores mentais e emocionais, orgãos, músculos... etc) .
O equipamento SCIO/QXCI com que trabalhamos tem a patente do Prof William Nelson, investigador da NASA que dedicou mais de três décadas da sua vida à investigação de medicinas alternativas, física quântica, psicologia e biologia. Ao trabalhar nestas teorias trivectoriais no projecto APOLO da NASA e investigando os campos electromagnéticos aplicados à medicina, desenvolveu o tratamento energético mais avançado do mundo - SCIO .

Teste, diagnóstico e terapias integradas

Teste, diagnóstico e terapias integradas
Numa verdadeira medicina da informação, a velocidades de permuta de informação celular a 200 transações por segundo, efectuam-se as seguintes operações e medidas : 1º Envia frequências 2º Procede à leitura das respostas 3º Calcula e envia rectificações 4º Mede a melhoria resultante